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O bem-estar que chega para todos — Negócios — Revista BNI Business

UpLivit O primeiro cartão de bem-estar do Brasil, com até 10 carteiras em um único lugar

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O bem-estar que
chega para
todos

A Up Brasil redefine o que significa cuidar de quem trabalha — e mostra que benefício corporativo, quando bem feito, é estratégia, não obrigação

Por Fernanda Sodré

Imagine dois trabalhadores. O primeiro acorda às 7h, pega o metrô, almoça em um restaurante perto do escritório e às 19h está na academia. O segundo acorda às 4 da manhã, troca de ônibus três vezes para chegar ao trabalho às 9h e, quando alguém lhe oferece desconto em academia, ri com pragmatismo: "A viagem até o trabalho já é exercício suficiente." Para o primeiro, bem-estar pode ser um cartão multibenefícios com carteira de saúde, cultura e mobilidade. Para o segundo, bem-estar é o vale chegar até o fim do mês sem faltar comida na mesa.

Parece uma contradição? Para Mariana Cerone, CMO da Up Brasil, é exatamente aí que começa a conversa mais importante que uma empresa pode ter com seus colaboradores — e com o RH que cuida deles.

"Quando você traz o ecossistema da Up para a sua empresa, nosso consultor de bem-estar vai entender a realidade dos seus trabalhadores, a diversidade que você tem dentro dos seus desafios como RH e vai construir junto com você o que vai funcionar de verdade para levar essa percepção de bem-estar para o seu time."

Uma cooperativa com 60 anos de história e alma brasileira

A Up Brasil não nasceu do zero; é a subsidiária brasileira do Grupo Up — a UpCoop —, cooperativa francesa fundada em 1964, hoje presente em 25 países e considerada o terceiro maior grupo de benefícios corporativos do mundo. Por ser uma cooperativa, seu crescimento seguiu uma lógica diferente das multinacionais tradicionais: antes de chegar ao Brasil, o grupo consolidou sua presença na Europa, onde hoje é líder de mercado. 

A entrada no Brasil há 10 anos se deu por fusão de três empresas regionais consolidadas: a Policard, do Triângulo Mineiro; a ValeMais, do Espírito Santo; e a PlanVale, de São Paulo. Três histórias, três culturas, um propósito. O resultado é uma empresa com raízes em diferentes realidades do Brasil — e isso, mais do que um dado de origem, é uma vantagem competitiva real em um país continental, onde o comportamento de consumo de um trabalhador em Uberlândia pode ser completamente diferente do de um colaborador em São Paulo.

Bem-estar não é sinônimo de academia 

O que é bem-estar, afinal? A Up ouviu seus três públicos principais — clientes RH, trabalhadores e estabelecimentos parceiros — antes de responder. A conclusão foi clara: bem-estar tem tantas formas quanto perfis de trabalhadores existem no Brasil. Para o colaborador de uma empresa listada em bolsa, pode ser um cartão que permita frequentar uma academia e acessar serviços de saúde. Para o porteiro que ganha um salário mínimo, é mais urgente: é ter certeza de que vai conseguir comer e chegar ao trabalho. 

Um caso concreto ilustra bem essa lógica. Uma empresa de facilities enfrentava absenteísmo crônico no fim do mês: os trabalhadores simplesmente não apareciam. A investigação revelou a causa — o vale havia acabado e, sem saldo para condução ou alimentação, faltar era a única saída. A solução não exigiu nenhum produto novo. A Up propôs dividir o saldo mensal em cinco entregas semanais. O absenteísmo caiu. O trabalhador reorganizou suas finanças. A empresa respirou.

"Estávamos dando mais qualidade de vida para esse trabalhador e, ao mesmo tempo, resolvendo a dor do RH. Porque trabalhar com pessoas tem uma complexidade alta."

O ecossistema em números e em carteiras  

Quando a Up Brasil fala em ecossistema, não é figura de linguagem. A empresa parte dos cartões tradicionais de alimentação e refeição — regulados pelo Programa de Alimentação do Trabalhador, o PAT, que em 2026 completa 50 anos e passa por sua mais profunda modernização histórica — e constrói sobre essa base uma arquitetura de soluções que atravessa dimensões muito diferentes da vida do trabalhador.

Assim, foi criado o UpLivit, o primeiro cartão de bem-estar do Brasil. Com bandeira Mastercard, ele concentra até dez carteiras de benefícios em um único local — alimentação, refeição, saúde, mobilidade, home office, cultura, reconhecimento e saldo livre — e coloca nas mãos do RH a decisão sobre quais ativar. É nessa escolha que o benefício deixa de ser uma linha do contrato de trabalho e passa a revelar quem a empresa é. "O benefício que você concede para o seu trabalhador fala muito sobre quem você é como empregador", afirma Mariana.

Mas o ecossistema vai além do cartão UpLivit. A Up opera com soluções de frota e combustível, crédito consignado para o setor público, o Up Mais — programa de recompensas para fazer o benefício durar até o fim do mês —, o Up Vale Compras, plataforma de cashback com lojas parceiras, e o Up Agiliza, aplicativo para recarga do bilhete único paulistano que superou 1 milhão de transações em três meses. Completam o conjunto mais de 15 parceiros homologados, entre eles o WellHub, e uma frente dedicada à saúde mental. "O Brasil está batendo recordes de afastamentos por saúde mental. Existe um problema real na forma como a gente trabalha, e entendemos que tem muito espaço para contribuir com isso", diz a diretora de marketing da organização.

O que o seu benefício diz sobre a sua empresa?

Essa é a pergunta que a Up Brasil faz ao mercado. Não "qual benefício você oferece", mas o que ele revela sobre quem você é como empregador. Quando o bem-estar deixa de ser um item de compliance e passa a ser um ativo de cultura organizacional, ele começa a impactar métricas que importam de verdade: engajamento, retenção, saúde do time, produtividade real. E o mercado está percebendo isso — não apenas nas pesquisas, mas no dia a dia de empresas.

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