Uma médica integrativa avaliou seu quadro sem exames convencionais e prescreveu um protocolo à base de frequências. Em três meses, ele perdeu dezoito quilos — o corpo, inflamado, expelia pela pele o que o fígado já não dava conta de filtrar.
Foi esse episódio que levou Ricardo e a esposa, Prof.ª Dra. Ana Maria Alvarez, matemática com carreira acadêmica de mais de duas décadas, ambos com uma pós-graduação em biofísica. Nenhum dos dois vinha da área da saúde. Ele seguia à frente da empresa de engenharia que construiu ao longo de mais de trinta anos; ela lecionava e pesquisava, com passagem por projetos ligados à Unesco, BID, OEI, MEC, entre outros. Foi esse interesse comum que deu origem, alguns anos depois, à Clínica Bienestar, fundada pelo casal em Santos e hoje reconhecida como pioneira na região em análises e tratamentos com tecnologias biofísicas. Da experiência acumulada ali nasceria, mais tarde, a Alecrim, em Vigo, na Espanha, conduzida pela filha do casal Mariana e na sequência, a Vitae Flux, em Alphaville. As três formam hoje um mesmo grupo, com essência própria em cada endereço e um propósito comum: cuidar do paciente de forma integral.

Da Bienestar, em Santos, à Vitae Flux, em Alphaville
A história começou pequena, e com outro propósito. Em Santos, o casal abriu um espaço pensado como coworking terapêutico — disponibilizando em algumas salas equipamentos de biofísica que eles próprios usavam. A procura cresceu, os equipamentos se multiplicaram, e o coworking se transformou em uma clínica: a Clínica Bienestar com a liderança da Prof.ª Dra. Ana Maria, à frente da unidade como especialista em Biofísica, Reiki, Constelação Familiar e Hipnose, integrando outros profissionais conferindo um caráter multidisciplinar à clínica, como fisioterapeuta, massoterapeuta, nutricionista, acupunturista, bem como a colaboração direta de médicos integrativos. Ao longo dos sete anos de existência, a Bienestar recebe pacientes de diversos estados do país — gente disposta a viajar atrás de um cuidado que não encontrou perto de casa.

Ricardo Alvarez: engenheiro, terapeuta biofísico e hipnoterapeuta, Ricardo integra raciocínio técnico, escuta terapêutica e visão sistêmica no cuidado biofísico. Sua atuação contribui para protocolos personalizados que apoiam processos de equilíbrio, autorregulação e bem-estar integral.
Prof.ª Dra. Ana Maria e Ricardo já pensavam em abrir uma unidade na região de Alphaville. Após a inauguração da clínica, no final de janeiro deste ano, conheceram a Dra. Elaine Pimentel, renomada médica integrativa de Minas Gerais. Consteladora há mais de duas décadas, foi discípula do próprio Bert Hellinger, com quem se capacitou na Alemanha, e optou por viver em Alphaville. Conheceram também o acupunturista Alex Sakai, com mais de trinta anos de prática e formação complementar no Japão, na China e na Tailândia. Escritor, desenvolvedor de fitoterápicos e professor da escola CEATA, Alex Sakai é discípulo do Dr. Wu, referência em acupuntura tradicional chinesa no Brasil. Elaine e Alex passaram a integrar o corpo técnico da clínica.

Alex Sakai — Acupunturista
Hoje, a Vitae Flux atende o público de Alphaville, Barueri e região, utilizando os mesmos protocolos empregados em Santos.
“Tudo que o homem desconhece não existe para ele, mas não significa que não exista para os demais.” — Da Ciência Logosófica
O que interfere na saúde, segundo a clínica
O ponto de partida de qualquer protocolo, na Bienestar e na Vitae Flux, é uma lista de onze fatores que a clínica aponta como responsáveis por tirar o organismo do equilíbrio: metais tóxicos, solventes, pesticidas, microplásticos, parasitas, campos eletromagnéticos, geopatias, constituição genética, epigenética, heranças sistêmicas ligadas à ancestralidade e padrões de pensamento e emoção. É esse mapa que orienta cada avaliação: um sintoma, resume a clínica, não é o problema em si — é um aviso de que algo no organismo saiu do lugar. A base teórica vem da física aplicada à biologia: segundo a clínica, cada célula se comunica com as demais por meio de luz, princípio associado às pesquisas do biofísico alemão Fritz-Albert Popp sobre emissão de luz por células vivas. Quando essa comunicação falha, o organismo começa a adoecer, porque a doença é o resultado da perda de coerência energética e do desequilíbrio na comunicação celular — e é nessa correção de sinais que atuam os protocolos da clínica.
Uma clínica pensada como sistema
O que define a Vitae Flux, como referência em terapias biofísicas, mais do que qualquer equipamento, é uma forma específica de olhar para o paciente. Enquanto a medicina convencional costuma dividir o cuidado por especialidade — cada profissional responde por uma parte do corpo —, a proposta da clínica é tratar cada pessoa como um sistema único, em que um hábito alimentar, uma tensão emocional recorrente e uma dor localizada podem estar conectados à mesma origem. Ninguém chega à Vitae Flux pedindo um tratamento específico: a maioria procura a clínica por uma queixa que não encontrou resposta em outro lugar — insônia, fadiga persistente, uma doença autoimune, uma dor sem diagnóstico fechado.
É dessa queixa que nasce o protocolo, construído em quatro etapas: realizar análise, identificar os desequilíbrios e, então, tratar e acompanhar. A análise inicial, o Mapeamento Sistêmico, combina a análise de uma amostra de sangue com um exame biofísico feito em equipamento próprio da clínica, capaz de indicar desequilíbrios que ainda não se manifestaram como doença diagnosticada. A partir daí, o plano de tratamento é montado sob medida — sem fórmula padrão —, muitas vezes em diálogo com o médico que já acompanha o paciente.
Seis linhas de terapia fundamentam esses protocolos: bioeletromagnetismo, fototerapia, laserterapia, crioterapia, termoterapia e cromoterapia, associadas ao relaxamento, à circulação e ao equilíbrio do sistema nervoso.

Câmara de Energização e Reequilíbrio (CER)
Uma das tecnologias mais recentes da Vitae Flux é a CER. Em uma sessão de 20 minutos, passiva e sem qualquer procedimento invasivo, ela combina 5 tecnologias aprovadas pelo SUS, entre as 29 Práticas Integrativas e Complementares em Saúde (PICS), são elas: Campos Eletromagnéticos, Frequências Vibracionais, Estímulos Sonoros, Estímulos Luminosos e Biorresonância Integrada, com o objetivo de desaceleração mental, redução da ansiedade, harmonização dos chacras, restauração celular, recuperação física, combate a fadiga crônica, indução ao sono reparador e clareza mental, sem exigir tempo de recuperação, pois o usuário sai da sessão direto para sua rotina.
“Logo na primeira sessão, a noite de sono foi maravilhosa — direto, profundo, restaurador.” Paciente da Vitae Flux
Longevidade e performance
Se os primeiros anos de estudo do casal, ainda em Santos, foram dedicados a resolver dores e sintomas específicos, o discurso de Ricardo e Ana Maria hoje mira também um público que não está doente — mas quer seguir bem por mais tempo. Longevidade e performance viraram um dos assuntos mais discutidos do mercado de bem-estar, e a Vitae Flux já trata essa frente como parte central do que oferece em Alphaville: protocolos para quem busca manter a vitalidade e evitar que um pequeno desequilíbrio vire, depois, uma doença — um público que inclui atletas em busca de alta performance e pessoas que, simplesmente, querem envelhecer com mais consciência sobre o próprio corpo. A Vitae Flux reforça, em sua comunicação institucional, que a atuação é complementar: não substitui diagnóstico, acompanhamento ou tratamento médico convencional.
“Com duas sessões de estimulação da microcirculação, ficou muito perceptível o meu desempenho tanto para mim, como meu batimento cardíaco detectado pelo sistema que utilizo para avaliação dos meus treinos.” — Paciente Manuel G. Santos
Ricardo segue se dividindo entre a empresa de engenharia que fundou há mais de trinta anos e a biofísica; Ana Maria deixou a vida acadêmica de vez, e hoje direciona suas pesquisas para novos casos, com o propósito de encontrar soluções para os desequilíbrios energéticos daqueles que buscam auxílio na biofísica. Mas é a mesma história — a das manchas na perna, do fígado inflamado, da pergunta que os dois não pararam de fazer desde então — que o casal conta quando explica por que incorporaram a biofísica a engenharia e a pesquisa, primeiro em Santos e agora também em Alphaville.
Se algo neste texto ressoou com você — uma queixa que nunca encontrou resposta, um desequilíbrio que insiste em voltar, ou simplesmente a vontade de entender melhor o próprio corpo com o passar dos anos —, vale conversar com quem lida com isso todos os dias. A Vitae Flux atende em Alphaville.